
Estávamos, nós o grupo de "Poéticas Visuais", em uma rodinha, quando a viatura se deslocou para perto da gente. Afinal podia ser baderna, arruaça. Ou então julguei mal e éramos visados por uma orda de mal elementos invisíveis a nossos olhos de artistas.
Uma coisa ou outra, estávamos bem acompanhados: deus e a polícia. Ambos de alguma forma tentam, ostencivamente te salvar de algo que pode vir a acontecer, mas que não é certeza.
Começamos a caminhada pelo centro de Campinas, onde iríamos dar uma de astronautas antropólogos e tentar enxergar a estrutura invisível aos transeuntes e as relações entre esses últimos e a cidade.
-Para o alto e avante! - e saimos voando.
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