"Eu tenho um plano", ele pensou.
E era um plano simples. Não precisava de cúmplice. Apenas de sua vontade.
O plano tinha ele como augoz e vítima, e para tanto, bastava encaixar seus dedos suados em uma reluzente arma à sua frente e...click!
Mas o plano não seria posto em prática hoje.
Desligou as luzes e foi observar a cidade da sacada, ilumidada nesse momento pelas luzes noturnas.
"Eu tenho um plano", sorriu e soltou uma baforada do primeiro de vários cigarros de um condenado enquanto tirava uma foto com uma máquina imaginária da cena que via àquela hora da madrugada.
- Click!
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