As pessoas têm seu lugar, me parece, até no msn.
Procuro pelo amigo ou pela amiga já nos lugares certos, na pequena listagem da janelinha que me liga a um mundo tão grande quanto 150x300 pixels.
Lá todos já têm uma lógica para serem reconhecidos. Alguns com o nome primeiro, depois uma citação. Outros criando histórias imaginárias, para puxar assunto talvez. E aqueles que são um mistério e que se perdem nas dezenas da listagem.
Gosto desses últimos, com um jogo de adivinha implícito. Diz respeito ao humor, ao um filme assistido, a uma música marcante ou alguma brincadeira com o sentido das coisas.
Quando estou inspirado também brinco desse esconde-esconde nas palavras. Erê cybernético pra incorporar o orixá-virtual que baixa em cada uma dessas interfaces mundo afora.
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